ATP

ATP - Associação de Tenistas Profissionais

A Associação de Tenistas Profissionais (Association of Tennis Professionals - ATP) foi criada em 1972 para defender os interesses dos jogadores masculinos de tênis. Em 1990, a Associação começou a organizar os principais torneios mundiais da modalidade,atualmente conhecidos como Torneios da ATP.


A ATP apresenta cinco categorias de torneios de tênis:
    1.    Grand Slams
    2.    ATP World Tour Finals
    3.    ATP World Tour Masters 1000
    4.    ATP World Tour 500
    5.    ATP World Tour 250



A ATP divulgava um ranking anual, em que cada jogador começava com zero pontos no começo do ano e o jogador que acumulava mais pontos no fim da etapa era o número 1 do mundo. Se chamava Corrida dos Campeões. Em 2009 foi abolido para a categoria Simples, sendo usado somente nas Duplas para designar as 8 duplas que se classificarão ao fim do ano para a antigo Tennis Masters Cup.


O ranking mais antigo e mais importante continua sendo o Ranking de Entradas. Os tenistas de simples podem acumular até 18 dos seus melhores resultados ao longo do ano, e os de duplas, 14 resultados. O resultado tem um prazo de validade de 1 ano, ao fim desse período ele é descartado - por isso diz-se no mundo do tênis que o jogador vai tentar "defender" os pontos do ano passado, principalmente ao jogar os mesmos torneios do ano anterior.


No caso dos tenistas de simples, existem regras mais elaboradas: os resultados dos Grand Slams e Masters 1000 permanecem obrigatoriamente no ranking por 1 ano, mesmo se o tenista possuir pontuações melhores em outros torneios. Em 2009 também foram criadas algumas novas regras sobre a pontuação dos ATP 500.
O ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) é o método baseado no desempenho do tenista para determinar o ranking do tênis masculino. O tenista de topo do ranking é o jogador que, ao longo das últimas 52 semanas do ano, reuniu o maior número de pontos do ranking ATP. Os pontos são concedidos com base na fase que o jogador chegou e na categoria dos torneios. A ATP tem utilizado um sistema informatizado para a determinação do ranking desde Agosto de 1973. Uma lista atualizada do ranking é divulgada no início de cada semana.


Desde a introdução do ranking ATP, o método utilizado para calcular pontos no ranking de um jogador mudou várias vezes. A partir de 2011, os rankings são calculados pela soma dos pontos que o jogador ganha nos seus melhores dezoito resultados no ano, sujeitos a certas restrições. Para os melhores jogadores do torneio a contar são os quatro torneios do Grand Slam, os oito obrigatórios do ATP World Tour Masters 1000 torneios, os melhores quatro resultados nos ATP World Tour 500 torneios (os Masters não obrigatório do ATP 1000 de evento em Monte Carlo pode ser substituído por um deles), e seus dois melhores resultados a partir dos ATP World Tour 250 séries para baixo. A baixa classificação dos jogadores que não se classificou para alguns ou todos os torneios tops, pode incluir adicionais ATPs 500 e 250 eventos, e também ATP Challenger Series, e torneios Futures Series. Os pontos de ranking dos 8 melhores jogadores da temporada que se classificaram e disputaram o torneio do final de ano ATP World Tour Finals também inclui na soma dos pontos que ganhou nos torneios durante a temporada, aumentando seu total torneio contando com dezenove resultados. Faltando uma semana para o ATP World Tour Finals, são descontados os pontos do torneio dos tenistas que disputaram a edição anterior pra saber quem serão os participantes do próximo torneio.


Desde 1973, 25 homens foram classificados número 1 do mundo. Pete Sampras detém o recorde de ser o número 1 no final do ano em seis ocasiões. Por outro lado Roger Federer é o recordista em semanas no topo do ranking da ATP (302 semanas), além de ser o jogador que tem mais semanas consecutivas no topo, com 237. Dois jogadores chegaram ao número 1 do ranking sem previamente ter ganho um torneio de Grand Slam. Ivan Lendl chegou ao topo do ranking em 21 de fevereiro de 1983, apesar de ter conquistado o seu primeiro título de Grand Slam no Aberto da França de 1984. Marcelo Ríos alcançou o número 1 em 30 de março de 1998, e continua sendo o único no que alcançou o ranking sem ter ganho um torneio de Grand Slam durante a carreira. Marcelo Ríos também é o único que foi número 1 do mundo no profissional, Sênior e Júnior. E é o número 1 do mundo mais baixo(1,75 metro) e o primeiro sul-americano a conseguir o mérito.


Patrick Rafter detém o recorde de menor tempo como número 1 do mundo, mantendo a cobiçada posição por uma semana durante a sua carreira. Seu compatriota, Lleyton Hewitt,[1] bateu o recorde de ser o mais jovem número 1 do mundo, com 20 anos, 8 meses e 26 dias. Enquanto, Andre Agassi foi o mais velho número 1, assegurando o topo do ranking com 33 anos, 4 meses e 9 dias.

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