Davis Cup

  • Crédito: GettyImages Sport

    Gerard Piqué e o presidente da ITF, David Haggerty, durante o evento que aprovou a nova Copa Davis.

Organizadores defendem Nova Davis

Diretor executivo da Kosmos defendeu a idealização da empresa para a Copa Davis
Por: Redação - 25/09/2018 16:17:58

Uma das maiores polêmicas do ano de 2018 no tênis tem sido, sem dúvidas, a reformatação da Copa Davis, que foi aprovada no segundo semestre deste ano para entrar em ação já em 2019. Nessa terça-feira, o diretor executivo da companha Kosmos, Edmund Chu, saiu em defesa da competição e deu algumas informações acerca da primeira edição.

“Posso dizer quer a sede da primeira edição será na Europa, assim como em 2020, o local será divulgado dentro de alguns dias. Muitos países que a disputarão são europeus, por isso queremos que seja neste continente antes de ir à Ásia ou à América do Norte”, revelou.

“Todo o projeto vem sendo estudado há dois anos. Piqué e eu estávamos tentando criar uma Copa do Mundo para o tênis, tanto masculino como feminino. Ambos somos apaixonados pela Davis, por todo o clima que envolve a competição, mas vimos que era um formato que sofria com vários problemas, inclusive de patrocínio. Não acredito que seja bom ter algo com mais de 100 sem grandes mudanças”, excluiu Chu, defendendo o projeto idealizado por ele e pelo zagueiro do Barcelona, Gerard Piqué.

O diretor ainda defendeu que a sede única em novembro será benéfica para a competição no geral. “As partidas em casa eram importantes para muitas federações, de modo que a classificação para a fase final seguirá tendo esse formato. Agora todos saberão que as finais são em novembro, onde serão disputadas e quais países competirão. Acredito que um dos maiores problemas da Davis era esse, e era problemático para os patrocinadores e para os meios de comunicação”.

“Acreditamos que uma das coisas que certamente agradarão as federações é o fato de poderem se organizar melhor financeiramente. Os tenistas, por sua parte, podem decidir se jogam ou não, mas o que desejamos é criar um torneio do qual todos queiram participar, onde se sintam à vontade. Existem muitos jogadores de alto nível que não jogam a Davis e queremos que isso mude. Queremos atingir todos os públicos, sendo fãs ou não do tênis e até mesmo os que não gostam de esporte algum”, concluiu.

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